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Boston,25/02/2026

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Luiz Fernando Machado: compromisso com a eficiência e políticas públicas


Luiz Fernando Machado: compromisso com a eficiência e políticas públicas Luiz Fernando Machado é Secretário Executivo de Desestatização e Parcerias da Prefeitura de São Paulo

Quem é Luiz Fernando Machado?

Formado em direito, casado com Vanessa e pai de 3 filhos, já atuou como vereador, deputado federal e estadual, e duas vezes prefeito de Jundiaí-SP. 

À frente da Prefeitura, priorizou a promoção de um robusto ajuste fiscal, aumentando as receitas e reduzindo o custeio da máquina pública. Quatro anos mais tarde, concluiu o segundo mandato com 77% de aprovação, de acordo com o Instituto Paraná. 

Atualmente, atua como Secretário Executivo de Desestatização e Parcerias da Prefeitura de São Paulo.

Quais foram as principais realizações da sua gestão à frente da Prefeitura de Jundiaí?

Jundiaí avançou muito nos últimos anos, virando referência em saúde pública, educação infantil, mobilidade e gestão social. Entregamos uma cidade com as contas em dia, mais pujante e moderna, além de aumentarmos o número de guardas municipais. O Hospital São Vicente, saneado na nossa gestão, é um dos melhores hospitais que atendem pelo SUS no Brasil. 

A cidade avançou e aumentou sua capacidade de melhorar a prestação de serviços públicos, porque cuidamos das contas públicas. Jundiaí foi reconhecida como a 3ª melhor cidade do Brasil para se viver, de acordo com o estudo Desafios da Gestão Municipal 2024, divulgado pela Macroplan.

Quais desafios você enxerga na condução da Secretaria de Desestatização e Parcerias da Prefeitura de São Paulo?

Nosso objetivo é tirar do papel o maior número de projetos do PMD – Plano Municipal de Desestatização, e melhorar o serviço público municipal, já que os resultados con rmam o potencial de transformação que esse modelo de desestatização carrega, com legados concretos que impactam positivamente a vida das pessoas que vivem ou moram na capital. 

São Paulo lidera o maior plano de desestatização municipal do continente, com projetos bem-sucedidos que geram benefícios econômicos, sociais e ambientais, com investimentos privados e desoneração do poder público, além da elevação da qualidade e da e ciência do serviço prestado às pessoas.

Como você avalia os caminhos para melhorar a mobilidade urbana em São Paulo?

Esse é um tema desafiador no âmbito mundial. Encontrar recursos para custear as despesas e lidar com o aumento da demanda são pontos prioritários, uma vez que a participação do transporte público pode crescer em até 50%. O governo Ricardo Nunes tem investido de maneira decidida na qualificação do serviço de transporte público. 

Há a concessão dos terminais dos blocos Sul e Noroeste, já em andamento, e agora dos 12 terminais municipais do bloco Leste e as estações do Expresso Tiradentes. Vale destacar que, recentemente, a gestão Nunes entregou 120 novos ônibus elétricos para o transporte da população. São Paulo passa a ter a maior frota de ônibus elétricos do Brasil, com 760 ônibus movidos à bateria, somados aos 201 trólebus, chegando a 961 coletivos sustentáveis.

De que forma os contratos de Parcerias Público-Privadas incorporaram diretrizes de segurança, que é um dos principais desafios da capital?

A orientação é objetiva no sentido de ampliar o uso do sistema Smart Sampa. Já estamos integrando o reconhecimento facial nos terminais urbanos e pretendemos levar isso aos parques municipais. A presença dessas tecnologias inibe o crime e reforça a sensação de segurança.

Como possível pré-candidato a Deputado Federal, quais são as principais bandeiras e causas que pretende defender?

Minha trajetória sempre foi pautada na busca por soluções reais para melhorar a vida das pessoas. Com o avanço da pré-candidatura, as minhas bandeiras permanecem sendo o meu forte: a educação de qualidade, a geração de emprego e renda, a defesa da saúde forte, com mais autonomia e recursos para as cidades, e o fortalecimento de políticas públicas voltadas à infância.

Quais setores da sociedade local você busca representar com mais ênfase?

Acredito que todos os setores devem dialogar. Temos que construir pontes com os jovens que buscam oportunidades; com os trabalhadores que desejam dignidade; com os empreendedores que movem a economia e com as instituições que atuam para o bem. Eu devo representar os interesses da população como um todo, ouvindo, acolhendo e transformando demandas em políticas públicas e cientes.

Como avalia o atual cenário político do País e do Estado? E qual sua responsabilidade nisso?

O país ainda vive uma polarização que paralisa e atrasa decisões importantes. Tenho buscado fazer minha parte com seriedade e responsabilidade, demonstrando que é possível fazer política com técnica, compromisso social e foco no cidadão.




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