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Boston,11/05/2026

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Rio de Janeiro recebe o GIMI Innovation Awards 2025


Rio de Janeiro recebe o GIMI Innovation Awards 2025 Sarah Saldanha, superintendente do IEL NA, juntamente com Hitendra Patel, co-fundador do GIMI, no GIMI Innovation Awards 2025

O Rio de Janeiro reafirmou sua vocação como ponte entre o Brasil e as principais tendências do mercado externo, onde a Casa Firjan, em Botafogo, foi o cenário do GIMI Innovation Awards 2025, premiação promovida pelo Global Innovation Management Institute (GIMI) que, pela primeira vez em sua história, teve uma cerimônia realizada na América do Sul. O evento não foi apenas uma celebração de troféus, mas um exercício prático de internacionalização e troca de conhecimento. 

Correalizado pelo Instituto Euvaldo Lodi (IEL), com o apoio da Firjan, o prêmio reuniu lideranças de diversos continentes para reconhecer iniciativas que transformam ideias em impacto real. Durante a cerimônia, Hitendra Patel, CEO do GIMI, enfatizou a importância da "mentalidade de oportunidade". Para o especialista, inovar exige coragem para questionar regras estabelecidas e enxergar além dos riscos — uma visão que ressoa diretamente com o dinamismo necessário para navegar no ambiente global de investimentos e comércio. 

O protagonismo brasileiro foi um dos grandes destaques da noite. Instituições como a CEJAM, premiada por projetos de saúde no Rio de Janeiro, e a startup Sparring, vencedora em sua categoria, demonstraram que as soluções locais brasileiras possuem maturidade para competir em escala mundial. Outro momento divisor de águas foi a assinatura do Memorando de Entendimento entre o IEL e o GIMI. A parceria visa institucionalizar padrões globais de gestão da inovação no Brasil, facilitando o intercâmbio de metodologias e fortalecendo a competitividade da indústria nacional. 

O GIMI Awards no Rio serviu como um retrato simbólico de um mundo interdependente. Ao conectar o dinamismo de ecossistemas internacionais com os desafios e talentos do território fluminense, o evento provou que a internacionalização já não é um luxo acessório, mas uma condição de sobrevivência e protagonismo. Como bem destacado nos debates daquela semana, construir pontes entre culturas e mercados é o diferencial competitivo que definirá as lideranças das próximas décadas. 




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